Douglas – Designer gráfico e… jornalista?

Comecei a fazer minha arrumação anual do quarto essa semana. Jogando muita coisa velha fora, guardando umas relíquias… Um pouco de nostalgia e muito de alergia.

Mas não é sobre isso que eu quero falar, mas sobre um cartão que achei.

Pra quem não sabe, sou designer gráfico, formado pela Universidade Federal do Espírito Santo.

Ano passado conheci um sujeito, simpático, gente fina, designer também, mas sem formação acadêmica. Hoje achei o cartão dele, bem bacana, escrito “Designer gráfico”. E ele é designer. Não tenho nada contra.

Mas eu fiquei pensando… Não precisa diploma para ser designer, e agora, não precisa diploma para ser jornalista. Eu poderia muito bem fazer um cartão escrito “Douglas Domingues – Designer gráfico e jornalista”. Experiência? Ah, eu escrevo sempre, já fiz uns fanzines, deve contar… O mais bacana é: quem pode contestar?

Então, pra cada profissão não regulamentada, eu posso adicionar outra atividade no meu cartão, por mais que eu não tenha experiência. Incrível!

Douglas Domingues - Designer gráfico, jornalista, dançarino, acupunturista, músico, prostituto, arquivista, barista, analista de sistemas e etc, muitos etc.

3 Responses to “Douglas – Designer gráfico e… jornalista?”


  1. 1 Obito 19/11/2009 at 18:03

    Um jarro de vinho, um pernil de cordeiro e tu! Ao meu lado, assobiando no escuro.

    Neste dia 31, do mês Pós-Matemática do ano de 3175 Yold, os manuscritos daquele que se tornou o Pervérfilo, o portador da Gnose Etílica, o auto destitulado, vêm à tona. A Morte Súbita Inc. o convida, ilustre irmão no CAO Sagrado, a conhecer os panfletos perdidos, os Apócrifos Discordianos, pois confiamos que você é humano, e não um repolho! {infelizmente}

    http://www.mortesubita.org

  2. 2 CSC 09/02/2010 at 19:51

    Um comentário sobre o orif… ops, digo ofício do escriba.
    Aquele que prefere fotogramas de onirismos conceituais ao tal deslizamento ambíguo entre sono e vigília. Sendo um pouco mais específico: é o ato de se promover ordenhamento de afloramentos graníticos com o fim último reduntante de se arregimentar corpos de prova para interação cátrica, maximizando assim as possibilidades de permutas de flúidos seminíferos, o que em muitos casos (quase todos)resulta em conjunto vazio!
    Confuso?
    Melhor que a tal gnose etílica acima mencionda. Pra todos efeitos um coquetel Molotov sem gelo encerra o assunto.
    Salve!

  3. 3 Rafael Nunes 07/07/2010 at 10:19

    Onde lia-se quarto, leia-se “Trifaquistão”.

Leave a Reply